Passamos anos e anos de escola estudando gramática, sendo corrigidos e aperfeiçoando o nosso português, mas se você quer saber a verdade, nem um pós doutorado poderia fazer com que alguém tivesse conhecimento total sobre o verdadeiro significado das palavras. Por exemplo, não se aprende em escola nenhuma o que o pronome pessoal Ele é para uma mulher. Se você está lendo esta cronica e é um homem, pare aqui mesmo. Você jamais entenderia o contexto geral do ele, nem tampouco o prazer de escutar o termo em uma conversa sussurrada (seja para você ou não), aquela conversa que você capta se retocando nos banheiros da vida... -Mas me disse que era solteiro! Como eu ia adivinhar Que ele era o namorado da fulana?- Nossa, isso é melhor que chocolate!
Mas nem só de eles sussurrados se faz a gramática feminina, há toda uma variedade que vai desde o apaixonado, grande causador de inveja (Ai que lindas as flores que ele me deu!), até o desiludido (Ele disse que ia me amar pra sempre...) podendo apresentar variações como o "traição" (Aqele filho da ****!) entra outras. Mas o que realmente torna o ele uma categoria é o fato que não importa de tipo seja, se sai dos lábios de uma mulher, todas as cabeças femininas do lugar vão parar o que estiverem fazendo nem que seja só por um segundo para avaliar a informação.
Pode até parecer que aqui está se fazendo uma caricatura preconceituosa mulher,o que não é justo, porque sem hipocrisia, todas nós sabemos que por mais feministas que sejamos, é sempre um ele, nosso ou alheio que nos vira a cabeça.
domingo, 18 de novembro de 2007
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2 comentários:
Ótimo texto. ;D
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